AUDIÊNCIA PRIVADA
A Audiência Pública sobre a criação do Museu Municipal jogou a opinião na privada.
Difícil de entender Audiência Pública sem que o público possa se expressar publicamente.
Mas através de papelzinhos, bilhetes autografados, sim.
Parece estarmos fazendo parte de um império.
Que a Prefeita Simone seja o eixo de todas as decisões, é compreensível. Difícil de achar na sua assessoria gente que possa pôr as coisas como ela as desejaria ter acomodadas.
Principalmente na área da cultura, na que é formada.
A reforma dos galpões da NOB é projeto de Adão Levoratto da época antes-retirada dos trilhos. Nem lhe pediram sua presença.
Esses galpões não tem história. Foram aí instalados desde a reforma da nova estação, construída em vez de restaurar a antiga, belíssima por sinal.
Dois prédios merecem a atenção do setor financeiro ou de patrocínios e incentivos pelos que deve lutar a assessoria da cultura: o prédio onde estava o consulado português e a antiga residência dos engenheiros da NOB. Este pelo que lutamos na época Issam e tanta luta nos foi devolvida com um tabefe nada virtual e sarcástico bem no rosto da ilusão de poder criar lá um centro cultural.
Agora, gente, não poder se expressar em audiência pública é o reverso do ápice em que a prefeita quer ver esta cidade.
domingo, 28 de junho de 2009
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