Nas apresentações deste sábado, na Festa do Folclore, apreciamos uma verdadeira união de etnias culturais. Capoeira e chamamé tocando juntos. Enquanto Chalana de Prata e Brancão apresentavam seus shows, bem ao lado o grupo de capoeira pulava ao som alto dos berimbaus. Bela solução da organização da festa. Claro que o som do palco estava tão ruim, tão ruim, que era até divertido ficar no meio das duas. O dono do som diz que os organizadores chamaram orquestra, depois conjunto, depois orquestra e assim não dá para equalizar direito. Porque chamaram esse som de fora se não estava de acordo com suas idéias? Algum motivo $uperior devem ter tido, não é da alçada da gente. Quem sabe dá para tirar uma idéia: fundindo África e Paraguai sai um som novo, não? Bem tres-lagoense. Se assim for, deveremos agradecer aos representantes da cultura. Se o rock do Sepultura fez sucesso no mundo inteiro aplicando berimbau ao ritmo, porque Brancão não pode fazer o mesmo?
domingo, 12 de outubro de 2008
Nas apresentações deste sábado, na Festa do Folclore, apreciamos uma verdadeira união de etnias culturais. Capoeira e chamamé tocando juntos. Enquanto Chalana de Prata e Brancão apresentavam seus shows, bem ao lado o grupo de capoeira pulava ao som alto dos berimbaus. Bela solução da organização da festa. Claro que o som do palco estava tão ruim, tão ruim, que era até divertido ficar no meio das duas. O dono do som diz que os organizadores chamaram orquestra, depois conjunto, depois orquestra e assim não dá para equalizar direito. Porque chamaram esse som de fora se não estava de acordo com suas idéias? Algum motivo $uperior devem ter tido, não é da alçada da gente. Quem sabe dá para tirar uma idéia: fundindo África e Paraguai sai um som novo, não? Bem tres-lagoense. Se assim for, deveremos agradecer aos representantes da cultura. Se o rock do Sepultura fez sucesso no mundo inteiro aplicando berimbau ao ritmo, porque Brancão não pode fazer o mesmo?
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